Finalmente aconteceu: professores da rede estadual do RJ vão ganhar menos do que um salário mínimo!
Com o mínimo nacional em R$ 1.621 em 2026, o vencimento base de um professor com 18 horas segue em R$ 1.588. Isso não é só um número. É a fotografia de um governo que trata a educação e seus profissionais como lixo.
E não foi “acidente”. É resultado de anos de achatamento da carreira, de recusa em cumprir o piso com respeito aos níveis e classes, e de uma política deliberada de desvalorização. É uma vergonha histórica para o governo Cláudio Castro e um alerta para toda a sociedade: quem precariza professor precariza o futuro do estado.
Em 2026, vamos recolocar essa pauta no centro do debate. Vamos cobrar uma audiência pública na nossa subcomissão de valorização dos profissionais de educação assim que os trabalhos legislativos recomeçarem, para exigir recomposição, carreira e piso de verdade. Valorização não é discurso. É salário, é respeito e é condição mínima para existir escola pública de qualidade.
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