A planilha atribuída a Rodrigo Bacellar escancara o que o Rio já sente na pele: o governo virou moeda de troca. Segundo a PF, cargos estratégicos no gov. Cláudio Castro foram loteados entre deputados, revelando o preço da política do toma-lá-dá-cá. Não é coincidência que, depois, tenha havido articulação para votar pela soltura de Bacellar. Estamos falando de pedidos explícitos de estrutura e poder por parte de parlamentares como Douglas Ruas, Rodrigo Amorim e do atual presidente da Alerj, Guilherme Delaroli. O que está em jogo é a captura do Estado por interesses políticos.
O Rio não pode aceitar que cargos públicos sejam o preço pago por votos em plenário.
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