De nada adianta estar com a casa em ordem em um mundo em desordem. A prevalência da força sobre o direito é a mais grave ameaça à paz e à segurança internacional.
Estamos profundamente preocupados com os riscos de retomada do conflito no Irã e de escalada no Líbano. A sobrevivência do Estado palestino e de seu povo segue ameaçada. Na Ucrânia, a almejada paz permanece distante.
Entre a ação dos que provocam guerras e a omissão dos que preferem se calar, a ONU está mais uma vez paralisada.
O Brasil e a Alemanha defendem, há décadas, uma reforma que recupere a legitimidade do Conselho de Segurança.
Somente um multilateralismo revigorado pode restabelecer a diplomacia e a cooperação como ferramentas para a paz e o desenvolvimento sustentável.
A humanidade precisa resgatar a ideia de que a paz é moralmente necessária e politicamente possível.
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