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Glauber_Braga
Mais de 1.500 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil em 2025, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Mulheres assassinadas por parceiros, ex-companheiros e homens do próprio convívio, muitas vezes dentro de casa ou na vizinhança, justamente nos lugares onde deveriam estar seguras. O aumento de casos não surge do nada, estão ligados escalada da extrema direita e da ideologia fascista. Discursos misóginos tem se espalhado pela internet nos últimos anos por comunidades misóginas, ideologias “red pill” e influenciadores que naturalizam a humilhação, a submissão feminina e a violência. Esse ambiente legitima agressões e fortalece uma política de morte contra as mulheres. O Dia Internacional de Luta das Mulheres não é data comemorativa, é um dia de luta. O 8M nasce das greves e levantes de mulheres trabalhadoras contra exploração, violência e desigualdade. Mais de um século depois, seguimos nas ruas lutando contra a misoginia. Neste ano, o grito é urgente: parem de matar! Seguimos firmes na luta pela vida das mulheres e pela construção de uma sociedade que seja radicalmente justa.

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