🚨 MENINA É SALVA DA JUSTIÇA DE MINAS!
O Tribunal de Justiça de Minas acaba de voltar atrás em sua decisão que, na prática, deu a guarda de uma menina de 12 anos ao homem de 35 que a estupra cotidianamente e chamou essa "relação" de matrimônio.
Mas isso ainda não é uma vitória.
O desembargador Magid Nauef Láuar, ele mesmo acusado de abusar sexualmente de menores, só aceitou os recursos do Ministério Público por conta da pressão popular, política e midiática sobre o caso.
Sem a luta e as denúncias realizadas, isso passaria batido.
Essa seria só mais uma de tantas decisões que vêm flexibilizando, dia após dia, o que não pode ser flexibilizado. Seria mais uma de tantas decisões que vêm flexibilizando o crime de estupro de vulnerável.
Sem a luta e as denúncias realizadas, a menina continuaria no convívio de um estup*ador e de sua mãe que, em troca de cestas básicas, foi conivente com os abusos cometidos contra a própria filha.
Essa seria só mais uma decisão que, mesmo afrontando a Constituição, o ECA e a jurisprudência vigente, seria vista como "aceitável" pelo nosso judiciário.
É por isso que precisamos continuar lutando, por todas as meninas desse país, e contra a tentativa de uma ala do judiciário de transformar pedófilo e vítima em "família".
E seguiremos exigindo a devida investigação do CNJ. Tanto dos relatos de abusos cometidos pelo desembargador, quanto da própria decisão tomada por ele.
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