🚨 São dilacerantes as denúncias que recebi sobre o estup*o de uma menina de apenas 15 anos cometido por dois colegas de escola na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo.
Por isso, enquanto Presidenta da Comissão das Mulheres da Câmara, estou cobrando, do governo do Estado de São Paulo e da prefeitura de Sorocaba, os protocolos de acolhimento à meninas e adolescentes vítimas de violência sexual.
Pois é inaceitável que a direção de uma unidade escolar não tenha respostas para dar a suas estudantes ou meios de protegê-las da revitimização e de conviver, todos os dias, com quem as agrediu.
Precisamos de explicações: a rede estadual e municipal de ensino contam com processos padronizados e intersetoriais voltados à identificação de sinais de abuso sexual contra crianças e adolescentes???
Quais são os mecanismos de notificação utilizados pelas escolas das respectivas redes de ensino ao suspeitar de casos de violência??? Quais as medidas protetivas que as escolas estão garantindo às vítimas???
Como funciona o fluxo de encaminhamento das respectivas redes para as autoridades em casos de denúncia de violência praticada por estudantes matriculados na mesma unidade escolar que a vítima???
As redes de ensino contam com programas contínuos de prevenção à violência e de educação para o consentimento? Seus profissionais recebem orientações sobre a Lei da Escuta Especializada e sobre o ECA???
Precisamos de respostas para tudo isso. E é inaceitável que, em 2026, essas respostas ainda não existam ou não estejam disponíveis publicamente.
É direito das meninas estudarem e crescerem sem nunca serem vítimas de abuso e sem nunca serem revitimizadas em suas próprias escolas.
E, já que estamos questionando o governo do Estado, queremos que a prefeitura da cidade onde ocorreu o fato responda às mesmas perguntas.
Pois há quem diga que Sorocaba é a melhor cidade do Brasil pra se viver. Precisamos saber se isso também se aplica às meninas da cidade.
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