🚨 URGENTE!
Está marcada para amanhã, às 14h, no Senado, a votação do Projeto de Lei que criminaliza a misoginia e a equipara ao crime de racismo, assim como o STF já fez com a LGBTfobia.
Porém, há um problema: o PL, partido de Flávio Bolsonaro, irá tentar IMPEDIR a aprovação. Talvez, tentem até obstruir a votação e impedir que ela seja devidamente realizada.
Na opinião dos bolsonaristas, o Projeto de Lei vai contra a "liberdade de expressão" dos machistas, misóginos, incels e do movimento red pill.
Pra vocês terem ideia, Eduardo Bolsonaro acabou de declarar que o Projeto de Lei é "agressivamente antimasculino". Sim, para ele, o "masculino" é odiar mulheres.
Por isso, amanhã é dia de todos os olhos no Senado. É dia de estarmos atentas e cobrarmos os senadores para que eles votem a favor da dignidade e da VIDA das mulheres e meninas do Brasil.
E é importante lembrar: era pra proposta de criminalização da misoginia já ter sido aprovada em outubro, 5 meses atrás.
Mas o grupo de Flávio Bolsonaro no Senado apresentou um recurso contra o que era para ser a última votação da proposta, fazendo com que ela tenha que ser votada novamente no Plenário.
Os senadores que assinaram o recurso foram: Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE), Marcos Rogério (PL-RO), Magno Malta (PL-ES), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Rogério Marinho (PL-RN), Márcio Bittar (União-AC), Alan Rick (União-AC), Carlos Portinho (PL-RJ), Jorge Seif (PL-SC) e Wilder Morais (PL-GO).
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